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BRASIL, Sul, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese
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De Volta...
Estou de volta depois de um longo inverno sem inspiração e nem vontade de escrever!
Vou participar de um novo concurso... eu acho... vou ler o Edital que acabei de imprimir, se resolver escrever conto aqui.

Escrito por Cris Barbosa às 15h29
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Perplexa!!!

Não acredito que reelegeram mensaleiros e sanguessugas!!! Vamos ver o que farão no fim do mês!
E eu ainda tenho de ser mesária!
ACORDA BRASIL!
Escrito por Cris Barbosa às 16h06
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Escrito por Cris Barbosa às 11h46
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O sonho de ser escritora...

Sigo em frente, um dia eu chego lá, esta semana ganhei um livro, de um concurso cultural do Grupo Símbolo, era para escrever um texto sobre como driblar o stress, os melhores ganhavam o livro "Acumpultura de tereapia alternativa à especialidade médica", eu ganhei.
Não é assim um grande prêmio, mas simboliza muito!
"Uma grande jornada começa com o primeiro passo"
Autor Desconhecido
Escrito por Cris Barbosa às 22h53
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Feliz Natal!!!
Não tenho muito o que escrever, estou me preparando para começar uma nova estória... ainda estou pensando, talvés em Janeiro como estou de férias... Minha única coisa a falar no momento está no post abaixo, o da semana passada e quero deixar uma mensagem pois hoje é vépera de Natal onde temos que ter renovada a nossa fé:

Eu acredito no meu sonho, nunca desistirei dele e você???
"SONHANDO E ESCREVENDO VOU CONSTRUINDO A MINHA HISTÓRIA, POSSO PASSAR EM BRANCO PELA VIDA MAS NÃO PASSAREI A VIDA EM BRANCO!" (by Aspirante)
Boa semana!
Escrito por Cris Barbosa às 15h16
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não foi dessa vez DENOVO!

Definido o vencedor do Prêmio João Simões Lopes Neto
Alan Roberto de Oliveira, de Belo Horizonte (MG), é o ganhador do Prêmio Literário João Simões Lopes Neto. Com o pseudônimo de Kuala Lampur, escreveu o conto “A Solidão Devora os Rinocerontes”.
Alan Roberto nasceu em 1959, é divorciado e tem uma filha de três anos; começou a escrever na escola, num jornal para alunos do segundo grau. Em 1996 escreveu o livro “Baleias Não Dizem Adeus” e ganhou , com ele, o prêmio “João de Barro”.
Eu estava inscrita neste concurso com o conto "Um viajante Gaudério pelo tempo", novamente não deu mas nunca deixarei de sonhar... um dia chegará a minha vez! PARABÉNS ALAN ROBERTO!
"Vou em frente... sempre haverá uma nova chance para esta aspirante que vos fala, a vida é feita tb de sonhos, quem não sonha nunca realizará, eu não tenho vergonha de estar sempre tentando e não conseguir, é que não chegou a minha vez, ou que tenho que melhorar, não sei, mas um dia serei eu a escritora, eu sei, eu sonho... eu quero, eu posso e eu vou conseguir!"
Escrito por Cris Barbosa às 18h53
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Texto lindo - é uma pena que não sei o autor:

Escrito por Cris Barbosa às 17h13
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Olá, ando meio sumida do meu blog mas não da minha arte, estou com originais inscritos em dois concursos que ainda não tiveram resultados publicados e escrevo sempre, mas a Faculdade e o trabalho me tomam o tempo e acabo não conseguindo escrever aqui.
Sobre o concurso que me inscrevi em fevereiro eu quero contar que o vencedor foi o escritor gaúcho Caio Riter, ele é Doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é jornalista e professor de Literatura das Faculdades Porto-Alegrenses. Autor de mais de dez livros, suas obras têm conquistado leitores de várias idades. Em 2004, recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura Infanto-Juvenil 2004, sua obra premiada foi "O rapaz que não era de Liverpool", além do original dele e do meu concorreram no Concurso mais 734 originais.
Perder para alguém assim pode se dizer que não é perder, ele mereceu e com certeza estava muito mais preparado que eu, é claro!
Meu original ainda estará sob avaliação até fevereiro, podemos ainda ter boas notícias!
O que importa é que nunca desistirei!
Um ótimo final de semana a todos.
Escrito por Cris Barbosa às 15h40
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Escrito por Cris Barbosa às 17h27
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Escrito por Cris Barbosa às 17h21
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Paula Blank
Escrito por Cris Barbosa às 10h27
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Escrito por Cris Barbosa às 21h41
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Funcionalismo Público
Todos falam que funcionário público é vagabundo, corrupto ou os dois ao mesmo tempo, aceito que alguns o sejam, mas peço que não digam "todos".
Não falo isso apenas por ser funcionária pública, mas sim por que convivo dia a dia com muitos destes heróis, pessoas que saem cedo de casa, pegam dois ônibus para trabalharem por salário mínimo, mães de família que limpam as Escolas de seus filhos e servem a merenda a eles enquanto os delas não têm quem os levem às suas Escolas, motoristas que trabalham de sol a sol, de segunda a sábado - e às vezes domingos - sem tempo de saírem com suas famílias.
Funcionário público é também o professor que dá aulas em três Escolas para compor seu orçamento, o gari que pega seu lixo todo o dia no mesmo horário faça chuva ou sol, e tantos outros que lhe atendem com um sorriso mesmo quando preferiam chorar ou gritar.
Antes de falar que "são todos vagabundos" lembre destas pessoas e de tantas outras senhoras e senhores que após uma vida de funcionalismo público ainda nem puderam se aposentar, lembrem de quem zela por sua saúde e seu conforto sem mesmo você saber que ele existe.
Até mesmo em Brasília nem todos são iguais, há Seres Humanos nos órgãos públicos que como tal merecem respeito, por favor, olhem em nossos olhos para depois falar de nós, somos pessoas como você, não partes isoladas de um mundo de podridão e vantagens ilícitas.
Era isso, nós também somos brasileiros e batalhamos como você, obrigada por me entender!
Escrito por Cris Barbosa às 21h02
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Uma ótima semana a todos!
  
Escrito por Cris Barbosa às 18h14
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A que ponto chegaremos?
TÁ FICANDO ATOLADINHA (a nossa Cultura)
Na segunda - feira dia 13 de junho fui surpreendida por uma notícia na capa da Zero Hora, jornal de grande circulação no Rio Grande do Sul, falava de "censura" na Rádio Comunitária de Morro Redondo, no horário do almoço o assunto foi tratado no RBS Notícias e ontem saiu no jornal local. A dita censura está no fato de a Rádio Comunitária Bomfim FM ter tirado de sua programação os funks "Me Usa" e "Atoladinha", assisti estupefata às cenas do protesto feito no dia 12 de junho e a uma menina de 13 anos dizendo que a sua diversão acabou com a retirada destas "músicas" da programação. O locutor que vinculava estas "músicas" se afastou da rádio, pois segundo ele seu programa recebia por noite cerca de 200 pedidos destas, em uma comunidade de apenas 6.000 habitantes este é um número significativo de pessoas, o que nos assusta. Entristece-me ver que quem está ficando "atoladinha" é a cultura do nosso povo, por que é tão difícil reunir pessoas em um evento cultural e foi tão fácil fazer esta manifestação? Se tirassem do ar as canções religiosas, teríamos manifestações? Sou contra a censura, todos tem o direito de se expressar, porém uma rádio não tem a liberdade de escolher seu repertório? Está rádio nasceu dentro da comunidade católica, não é correto uma comunidade católica buscar a preservação dos valores cristãos e lutar pela divulgação da palavra de Deus e por uma diversão sadia para todos? Assim como o Bonde do Tigrão e o Bola de Fogo têm o direito de divulgar seu repertório as rádios têm o direito de escolherem se querem ou não vincular estas músicas, onde iríamos chegar com isso? Protestaríamos em frente a uma rádio romântica contra a censura e por nosso direito de ouvir Rock? Acho mais fácil quem gosta deste tipo de música trocar de estação, não sejamos radicais de ver censura em tudo e vamos lutar por causas realmente necessárias, vamos nos reunir para pedir a paz, protestemos por melhores condições na saúde pública e urgentemente clamemos por educação! Somente a educação pode fazer o Brasil deixar de ser o país do jeitinho e os jovens não dizerem mais que sua diversão acabou por não tocarem mais sua "música preferida", sem nem mais raciocinar sobre a possibilidade de trocarem seu rádio de estação. Aos nossos governantes peço que olhem mais pela educação, que divulguem a literatura e promovam eventos realmente culturais, à direção da Rádio Bonfim FM deixo meu apoio, o oceano se faz de minúsculas gotas de água, obrigado por fazerem a sua parte e aos manifestantes quero pedir que continuem assim, que se unam novamente agora pela Campanha do Agasalho 2005, pelo Hospital Local, pela APAE e se querem fazer algo polêmico podem pensar no tema do Mensalão. Termino aqui rezando para que no futuro possamos ver na TV uma jovem clamando por uma exposição de arte ou por não ter encontrado o livro de Érico Veríssimo que queria tanto ler.
Escrito por Cris Barbosa às 15h12
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